quarta-feira, 1 de outubro de 2008

'Tropa de Elite' vai ganhar segunda versão com Wagner Moura



Wagner Moura em cena do primeiro Tropa de Elite
Por Redação Yahoo! Notícias

Dessa vez não é boato. O filme "Tropa de Elite", que ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim e estreou em Nova York, ganhará uma segunda versão para o cinema, segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. O ator Wagner Moura aceitou interpretar mais uma vez o capitão Nascimento.
O produtor Marcos Prado, sócio do diretor José
Padilha, diz que já está tudo acertado. Ele afirma que o policial de 40 anos vai trabalhar na Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro.
O roteiro será de Rodrigo Pimentel, o ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e um dos autores do livro "Elite Da Tropa", que deu origem ao longa.
Em junho, quando a coluna Mônica Bergamo revelou que Rodrigo Pimentel e José Padilha já trabalhavam no roteiro de "Tropa de Elite 2", a empresa de Padilha lançou nota desmentindo a informação.
Wagner Moura também foi convidado pelo cineasta Tonico Mello, sócio de Fernando Meirelles, para interpretar o falso "filho do dono da Gol", Marcelo Nascimento da Rocha, que se passava por herdeiro da companhia aérea e chegou a conceder entrevista para programas de celebridades, além de ter acesso às melhores festas do país. Moura gostou da idéia. O problema é a agenda do ator: ele pretende ficar mais um ano em cartaz com a peça "Hamlet".

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Chavez diz que crise pode afetar o crescimento da América Latina



Ninguém poderá dizer que a América Latina não será afetado pela crise, pois ainda não se sabe o tamanho dela. Foi o que afirmou nesta terça-feira o presidente da Venezuela Hugo Chaves.

Antes de se reunir com o presidente Lula em Manaus, Chaves conversou com jornalistas e disse que os países latino-americanos em desenvolvimento podem ser sim, prejudicados pela crise financeira internacional.

Para o presidente venezuelano o financiamento vai ficar mais difícil e isso pode afetar o crescimento e o impulso dos paises latino-americanos.

Alguns exemplos são a queda dos preços das matérias primas, como o petróleo, o cobre, a mineração e os produtos alimentícios. Para ele estes são alguns dos principais produtos desses paises.

Chave comentou que essa crise tem o poder de “100 furacões”, e acusou o governo americano de irresponsável.

“Este crash do capitalismo e do neoliberalismo vai ser pior do que o de 1929. O mundo jamais voltará a ser o mesmo”, afirmou. “Desta crise terá que surgir um mundo novo”, acrescentou.

Ele considera a posição dos líderes de esquerda da América Latina como positiva neste momento. Estamos nos desligando do vagão da morte. Falou em relação à economia norte-americana.

“A única bolsa que cresceu ontem foi a de Caracas por que está totalmente desconectada da bolsa de Nova York”. Ironizou.

Ele falou ainda da importância dos paises da região por agirem na ofensiva para minimizara o impacto da crise. “Não podemos e não devemos perder um dia a mais na ativação do Banco do Sul”, destacou.
A criação desse Banco que tem a participação da Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela, foi anunciada há cerca de um ano em Buenos Aires.
Pra o presidente venezuelano o Banco do Sul poderia garantir recursos para projetos de integração da região nesse momento de escassez de crédito.


Aglécio Dias

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

CNI: aprovação do governo Lula sobe de 72% para 80%


A aprovação do governo Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 72% em junho de 2008, para 80% em setembro, divulgou hoje a pesquisa CNI/Ibope. Por outro lado, a desaprovação caiu de 24% para 17% no mesmo período. O documento informou que o índice de aprovação é o mais alto já obtido pelo presidente Lula.
A avaliação do governo Lula em ótimo ou bom subiu de 58% para 69%, o melhor resultado para o atual governo e o segundo melhor desempenho de um governo desde o início da série histórica CNI/Ibope. Em setembro de 1986, na vigência do Plano Cruzado, o governo do presidente José Sarney obteve 72% de avaliação positiva.
Já a avaliação ruim ou péssima recuou de 12% em junho para 8% em setembro e a avaliação regular do governo caiu de 29% para 23%. A CNI/Ibope também revelou que o governo Lula alcançou a nota média mais alta desde que teve início, atingindo 7,4 numa escala de 0 a dez.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Titãs e Renato Russo terão histórias exibidas no cinema


Finalmente a espera está chegando ao fim

Fonte:Agência Estado

Dizem que espera sempre alcança. Eu prefiro uma mais atual, quem muito persiste com um objetivo acaba por realizá-lo.
Prova disso são as informações sobre os filmes abaixo.
O documentário Titãs, a Vida até Parece uma Festa, dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves, estará na mostra competitiva do Festival do Rio 2008, que começou ontem e segue até o dia 9 de outubro. Outro filme dos mais esperados por fãs dos anos 80 é o que conta a história de Renato Russo, o líder da Legião Urbana. Enquanto a adaptação para o cinema da canção Faroeste Caboclo acaba de ser liberada pela Justiça, o longa do diretor Antonio Carlos da Fontoura, Somos Tão Jovens, acabou de ser contemplado pelo BNDES como um dos 18 projetos de filmes que receberão juntos R$ 12,45 milhões.
Somos Tão Jovens contará a história de um jovem Renato Russo entre os anos de 1976 e1982, período em que o cantor deu as caras pela primeira vez com a banda Aborto Elétrico, se apresentou como Trovador Solitário e decidiu, com Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha, formar a Legião Urbana. Sua estréia está prevista para 2009 e a produção foi contemplada com R$ 700 mil pelo BNDES.
Já as filmagens de Titãs, a Vida Até Parece uma Festa começaram no início da década de 80, quando Branco Mello comprou uma câmera VHS para registrar tudo o que acontecia com os Titãs nos shows, estúdios, quartos de hotéis, aeroportos, ensaios. Por mais de duas décadas, Branco e seus companheiros captaram e arquivaram sons e imagens em vários formatos. As informações são do Jornal da Tarde.
Só espero que a direção do longa Faroeste Caboclo esteja a altura da música e do Renato Russo.

Na TV, Bush volta a dizer que aprovação de pacote de ajuda financeira tem urgência

Após quebra de mais um banco, presidente dos EUA volta a pedir aprovação de pacote
Pablo Martinez Monsivais/AP

da Folha Online

O presidente dos EUA, George W. Bush, disse nesta sexta-feira, em discurso na TV, que o governo vai conseguir aprovar o pacote de ajuda a setor financeiro, de US$ 700 bilhões, proposto no sábado (20). "Precisamos rapidamente de um plano de resgate dos bancos em dificuldades."
Bush disse que há desacordos sobre determinados aspectos do pacote, mas que não há discordância sobre a necessidade de se fazer algo para evitar maiores danos à economia.
O presidente americano afirmou ainda que a negociação sobre a ajuda destinada ao setor financeiro "é um grande desafio para os legisladores". Bush afirmou que eles "querem expressar suas opiniões e têm esse direito". Bush, no entanto, foi categórico: "Vamos conseguir aprovar o pacote", afirmou, ressaltando que republicanos e democratas "vão se unir para chegar a um plano substancial".

"Candidato-empresa" aproveita eleição e promove sua firma

Pôster de Zezinho da Kirei pousado em balcão de salão de beleza


Rodrigo BertolottoDo UOL NotíciasEm São Paulo



Muitas pessoas acabam conhecidas por seu local de trabalho. E, de tão populares, adotam de vez o nome profissional quando se lançam na carreira política. João da Farmácia (PMDB), Zeca do Táxi (PTN), Betão do Lava-Rápido (PMDB), Carlão da Padaria (PSL) e Della do Ferro Velho (PTN) são alguns dos nomes de urna dos candidatos a vereador de São Paulo.
Outros vão até mais longe e colocaram a marca de suas empresas em plena urna eletrônica. É o caso de Ana Lúcia Gonçalves, cujo nome de urna é Ana da Imobiliária Trevo (PRP). Ela já foi conhecida como Ana do Ovo, afinal, vendia dúzias deles até o Plano Real, em 1994, quando as pessoas pararam de estocar o produto para driblar a inflação. Na mesma lojinha encravada no meio da Cohab 2, ela mudou de ramo e passou a alugar e vender apartamentos no conjunto habitacional. Agora, Ana quer virar política, mas já vê vantagem para a empresa com sua campanha eleitoral. "Toda a propaganda vai bem. O cliente vira eleitor, o eleitor pode virar cliente", sintetiza a comerciante, que está otimista. "Há mais de 40 mil votos por aqui. Vou me eleger", calcula.Outro que se vê eleito e sua empresa ganhando fama é Gil da Ultra-Som (PSC), que leva o nome de sua loja de som automotivo na Penha. "Quando terminar a apuração e eu for um dos vereadores, todo mundo vai querer saber o que é a Ultra-Som", se entusiasma.Todo final de expediente, ele sai com seu carro emitindo desde o porta-malas seu jingle pelo bairro (um trecho diz "Gil é um cara legal"). Mas o candidato não exagera no volume para não afugentar possíveis eleitores. Poderia usar a picape transformada em trio elétrico que um cliente encomendou para anunciar produtos. "O trabalho ficou bom, mas seria muito barulhento", justifica.Outro candidato do ramo é Paulo Roberto Varotti. Seu nome de urna é Paquera (PMN), em referência ao comércio de som e acessórios. "Quando abri a loja, pensei em uma marca diferente. Paquera pegou. Espero que dê sorte na política também", afirma Varotti, que em 2004, sua primeira aventura eleitoreira, teve apenas 2.508 votos. Ele, porém, diz que não usa nada de sua firma na campanha. "É só no corpo a corpo", diz Paquera, que atua na Zona Norte da cidade.Outro com a palavra "som" no nome de urna é Antonio Delbucio. Ele, porém, parece mais empolgado com sua casa de baile no Tatuapé que com sua candidatura. Tonhão da Som de Cristal (PDT) ficou desgostoso quando seu partido desistiu de lançar Paulinho da Força para prefeito e apoiou Marta Suplicy (PT). "Se eu trabalhasse, seria eleito. Mas tenho que me dividir com as atividades aqui", se queixa Tonhão. A Som de Cristal original era uma gafieira na rua Rego Freitas, no centro paulistano, endereço que virou bingo em 1996. "Era ao lado do sindicato dos jornalistas. Conheci muito de seus colegas da velha guarda. Era uma boêmia maravilhosa, tinha Jamelão, Ângela Maria e Nelson Gonçalves", fica saudoso.Hoje, seus bailes no Tatuapé terminam às 23h e são embalados pela banda Imagem e pelo Garcia Music Show. "Aparece aí uma hora no clube. Pega a programação", estica o braço para dar o folheto com as matinês de setembro.Wander da Lig Moto (PV) é mais um exemplo de candidato-empresa. Ele diz que foi um dos primeiros motoboys de São Paulo e montou uma das empresas pioneiras do setor. "A única sócia é minha mulher. Ela teve que concordar com o nome de urna, afinal, fui eu que criei a marca. Até tatuei no meu braço", confessa Wander.Ele crê que será eleito. "Naturalmente vai ser uma promoção para a empresa", diz o candidato. Wander, contudo, pretende não usar marca na próxima contenda. "Tenho mais pretensões. Quero ser deputado estadual, federal. Não fica bem entrar nessas esferas com esse nome", argumenta o candidato que diz defenderá a categoria e que sua empresa é "um ícone dos motoboys".Também célebre em seu ramo é Zezinho da Kirei (PV), dono de um salão de beleza, escola de cabeleireiro e de loja de móveis especializados. "É um nome japonês forte, ajudou no meu ramo. Vai ajudar na política", acredita. Entre as clientes e os espelhos, lá estão os cartazes com o rosto e o número do candidato no meio de outras fotos, mas estas de modelos com cabelos mais pedidos pela freguesia. "Entrei na política por ficar revoltado com o que acontece", desabafa.A lista inclui ainda Beto do Mercado Legal (PSC) e Chiquinho Automóveis (PTB). Mas nenhum dos candidatos paulistanos chega ao inusitado de José Barreto Tomaz, que se apresentou em Belo Horizonte pelo PHS. Seu nome de urna é Tomaz da Desentupidora Rola Bosta, empresa que fundou há sete anos na cidade. Ele diz ter mais de 2.000 fregueses, mas nas eleições de 2004 recebeu apenas 302 votos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Congresso americano chega acordo

Democratas e republicanos chegaram a um acordo nesta quinta-feira (25) para a aprovação do pacote anticrise de US$ 700 bilhões

Da Redação: Revista Epoca
Senadores democratas e republicanos anunciaram nesta quinta-feira (25) que chegaram a um acordo para a aprovação do pacote de US$ 700 bilhões proposto pelo governo americano para aliviar os efeitos da crise econômica que atinge os Estados Unidos. O trabalho de assessores parlamentares durou toda a madrugada e foi completado com uma reunião de três horas nesta manhã entre os senadores dos dois partidos para eliminar as divergências. "Chegamos a um acordo em uma série de pontos", afirmou o senador democrata Christopher J. Dodd, presidente da comissão de Finanças do Senado. Segundo ele, no entanto, ainda há detalhes técnicos a serem resolvidos antes da negociação final com o Tesouro americano, e não se sabe se tudo estará pronto para a reunião de hoje na Casa Branca, da qual participarão, além do presidente George W. Bush, os líderes dos partidos Democrata e Republicano e os candidatos à Presidência John McCain e Barack Obama.
O senador republicano Robert F. Bennett, também membro da Comissão de Finanças, elogiou a postura dos legisladores dos dois partidos. "O foco foi a resolução dos problemas e não ficarmos posando politicamente", disse. Para a ele, o projeto está "no caminho certo". Se tudo ficar pronto até amanhã, o projeto pode ser votado já no sábado, em sessão extraordinária do Congresso.
A pressa dos legisladores se deu por conta dos alertas feitos por diversos economistas e pelos presidentes do Tesouro americano, Henry Paulson, e do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, Ben Bernanke. Segundo essas análises, quanto mais tempo o Congresso americano segurar o projeto, mais tensão haverá nos mercados financeiros, e maior será a dificuldade para resolver da crise. O problema é que o fato de o governo pretender usar US$ 700 bilhões do dinheiro dos contribuintes para comprar papéis que não valem mais nada incomodou muitos eleitores e senadores. Na noite de quarta-feira (24), o presidente Bush fez um pronunciamento na televisão afirmando que a “economia dos Estados Unidos está em grande perigo” e que a aprovação do plano é fundamental para encerrar a crise.
O impasse foi resolvido com a inclusão, no pacote, de medidas para tentar evitar o prejuízo do Tesouro, sendo a principal delas um mecanismo que dará ao governo participação nas empresas que usarem o dinheiro. Isso vai fazer com que o contribuinte possa lucrar caso a instituição consiga restabelecer sua atuação. Também foi incluído no texto um parágrafo que garante o controle dos gastos pelo Senado e outro que limita o montante que uma empresa pode receber.
As notícias de que os congressistas chegaram a um acordo criou expectativas positivas nos mercados. Tanto nos Estados Unidos como na Europa, as bolsas operam em alta. A mesma tendência é verificada na Bovespa.