quinta-feira, 30 de outubro de 2008

SUPLICY ENTRA NA SATIAGRAHA PARA APAGAR O INCÊNDIO



Fonte: Conversa afinada



Paulo Henrique Amorim



Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista
. O Senador Eduardo Suplicy, em nome do presidente Lula, vai se encontrar com o ínclito delegado Dr. Protógenes Queiroz, com o Supremo Presidente do STF, Gilmar Mendes, e o delegado Ricardo Saadi, que agora dirige o que restou da operação Satiagraha.
. O delegado Saadi deve à sociedade brasileira e à Justiça o seguinte: decifrar os 12 HDs encontrados na parede falsa do apartamento de Daniel Dantas, decifrar o HD do provedor do Banco Opportunity e investigar a BrOi.
. O delegado Protógenes acompanhou online toda a montagem da operação da BrOi e a troca de documentos entre Daniel Dantas, a Oi, a Telemar e o Citibank.
. A patranha está toda registrada em áudios e e-mails.
. O delegado Saadi está com tudo isso na mão.
. Enquanto isso, corre a investigação da Polícia Federal para descobrir este fenômeno da Natureza, que é um grampo telefônico sem áudio.
. A função que o presidente que tem medo, o Presidente Lula, mandou o Senador Suplicy desempenhar é essa: apagar O incêndio.
. Dentro dos 13 HDs, dos áudios da BrOi e do grampo sem áudio, a República e os governos Lula e FHC são tragados e transformados em cinzas.
. Não sobra pedra sobre pedra.
. Essa é a missão impossível do Senador Suplicy: apagar O incêndio.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Obama compra meia hora na televisão


Fonte: Carta Capital

Nesta quarta-feira os telespectadores que estiverem sintonizados em três das principais redes de televisão dos Estados Unidos -- NBC, CBS e Fox -- assistirão a um infomercial de meia hora sobre a candidatura de Barack Obama.Só o bilionário Ross Perot tinha se dado ao luxo de comprar horário nas redes comerciais do país para divulgar sua campanha, na tentativa frustrada de se eleger como candidato independente.Mas Obama baterá o recorde de gastos em comerciais de TV quando a campanha acabar, na semana que vem: 230 milhões de dólares. Antes, o presidente George Bush era o recordista com 188 milhões.Nos Estados Unidos não existe o horário eleitoral gratuito. Os candidatos compram espaço comercial geralmente nos estados em que se consideram capazes de vencer. Assim, há muitos comerciais no ar na Flórida (que tem direito a 27 votos no Colégio Eleitoral) e quase nenhum em Nova York, já que nesse estado é certa a vitória democrata.O objetivo da campanha de Obama é tranquilizar os telespectadores na reta final. Esse é o momento em que os indecisos finalmente pulam do muro. Para o republicano John McCain, que gastará cerca de 130 milhões de dólares na TV, a disputa é desigual. Para cada comercial que ele coloca no ar há três ou quatro do adversário.
As pesquisas nacionais demonstram que McCain ainda tem chance de vitória, mas produzir uma virada gastando muito menos fica cada vez mais difícil.
Nos dois estados sem os quais McCain não será eleito -- Flórida e Ohio -- Obama tem uma vantagem razoável.
Na Flórida, que garantiu a vitória de George W. Bush em 2000, além de atacar na TV Obama conta com os importantes apoios de Bill Clinton e da ex-primeira dama Hillary.
O bloco de eleitores hispânicos e da comunidade judaica de aposentados sempre decidiu as eleições da Flórida em favor dos republicanos. Dessa vez há fortes indícios de que será diferente.

Mais uma charge......

Charge de Duke para o jornal O Tempo

Mostra fotográfica revive carreira de Richard Avedon

Uma das fotos: Janes Joplin


MARCIO DAMASCENO
De Berlim para a BBC Brasil

Um museu em Berlim expõe, pela primeira vez na Alemanha, uma ampla retrospectiva do fotógrafo de moda Richard Avedon. A mostra, intitulada "Richard Avedon - Fotografias 1964-2004", vai até dia 19 de janeiro e reúne no museu Martin-Gropius-Bau mais de 200 trabalhos do americano, morto em 2004 aos 81 anos. O artista se tornou conhecido no começo dos anos 50, fotografando moda e foi um dos primeiros a levar a foto de moda dos estúdios para ambientes cotidianos e inusitados. É dessa época sua foto da modelo Dovima dentro de uma jaula de elefantes de circo. Vestida com um vestido Dior, ela posa em frente a animais acorrentados. Avedon se especializou em retratos e trabalhou, entre outras, para a revista "Harper's Bazaar" e "Vogue". Em 1992 ele assumiu o posto de primeiro fotógrafo da prestigiada revista "The New Yorker".Atores famosos, líderes políticos, músicos e escritores posaram para as lentes de Avedon. A lista inclui nomes como Audrey Hepburn, Humphrey Bogart, Henry Kissinger, os Beatles, Igor Strawinsky, Samuel Beckett e Janes Joplin. Na exibição, os visitantes encontram estrelas em situações pouco conhecidas: uma melancólica Marilyn Monroe, uma esquálida Katharine Hepburn, uma pequena Marguerite Duras. Charles Chaplin brincou de diabo, fazendo chifres com os próprios dedos. Tirada em 1952, a foto marca a despedida do cineasta dos Estados Unidos, quando o país se encontrava em plena febre da caçada aos comunistas. Queda do Muro Mas o americano soube deixar de lado o brilho das celebridades e também mirou suas objetivas nos cidadãos simples. Os retratos da série "The American West", feita por Avedon nos anos 80 no oeste dos Estados Unidos, são um exemplo disso. Ao invés de retratar o oeste mítico dos filmes de faroeste, o artista escolheu o rosto proletário da região: mineiros sujos de carvão, petroleiros com uniformes enlambuzados de óleo e desempregados de rostos tristes. Também pode ser vista na exposição a histórica série de fotografias "Brandenburg Gate", sobre a noite de réveillon de 1989 em Berlim. Na virada do ano, os alemães celebraram a queda do Muro, ocorrida dois meses antes. Na ocasião, Avedon viajou à Alemanha esperando encontrar uma população radiante e alegre. Seus instantâneos, entretanto, revelam uma atmosfera caótica e confusa, feições tensas e desfocadas, cidadãos bêbados, de olhares perplexos.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Em nota, PT avalia vitória petista, do governo e da base aliada

Apenas repassando.

Fonte: site vermelho

A cúpula nacional do PT se reuniu-se nesta segunda-feira (27), em Brasília, para analisar os resultados das eleições municipais. O objetivo foi fazer um diagnóstico preciso sobre as vitórias e as derrotas mais importantes para o partido. Foram convocados para a reunião todos os 21 integrantes da Executiva Nacional do partido. A direção executiva aprovou por unanimidade nota em que destaca o bom desempenho do PT e dos partidos da base aliada do governo Lula – cujo resultado foi considerado “francamente positivo”. Na próxima semana, nos dias 7 e 8 o Diretório Nacional do PT, que tem 81 membros, já marcou reunião em Brasília para fazer uma avaliação mais completa do quadro eleitoral de 2008.


A nota também ressalta a agenda que predominou durante as eleições, com políticas criadas ou consolidadas pelo PT em suas administrações – como o bilhete único e os programas de transferência de renda – sendo defendidas até por candidatos e partidos conservadores.
O documento dirige ainda uma saudação aos “milhares de petistas que se desdobraram nas eleições municipais para defender a bandeira do partido, a estrela e o 13”. Por fim, afirma que, passadas as eleições, o momento é de retomada da agenda política do país, como o enfrentamento da crise financeira internacional.
Ainda ontem, em entrevista ao jornalista Ricardo Kotoscho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou que os partidos que fazem oposição ao governo foram os derrotados nas eleições municipais deste ano. ''Três partidos perderam: DEM, PSDB e PPS. (...) Foram os que perderam mais prefeituras. E os partidos da base do governo todos eles cresceram: PT, PMDB, PSB, PCdoB, PP, PTB, todos'', disse o petista. Segundo ele, nessa campanha nenhum candidato criticou sua gestão. ''Foi uma eleição atípica porque todos os candidatos, do DEM ao PT, defenderam as parcerias com o governo federal''. (clique aqui para ler a entrevista).

7 mil policiais 'enterram' Serra e pedem saída de secretário


Infelismente estou um pouco ocupado hoje, então resolvi só repassar....

Fonte: Site vermelho

Em greve desde o dia 16 de setembro, policiais civis promoveram na tarde desta segunda-feira (27) um grande protesto no centro de São Paulo. A categoria, que está campanha salarial, fez buzinaço e apitaço. Com faixas, carro de som e caixões, os manifestantes fizeram um enterro simbólico do governador tucano, José Serra, e pediram novamente a demissão do secretário de Segurança, Ronaldo Marzagão.

Categoria condena a política de segurança tucana
“Nós queremos respeito e dignidade — o que até hoje o governo não nos deu. O secretário é responsável por isso. Ele é contrário a tudo o que pedimos", afirma o delegado André Dahmer, da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado). Segundo ele, o protesto é pacífico, e a Polícia Militar não acompanhou a passeata.

A meta era reunir 5 mil pessoas, mas a manifestação foi além e reuniu 7 mil. Participam do protesto investigadores, delegados, escrivães de São Paulo e cidades como Jacareí, Bauru e Limeira, entre outras. O presidente do Sindicato dos Delegados, José Leal, afirmou que a orientação foi de que os policiais civis não fossem para o manifesto armados. O objetivo era evitar possíveis confrontos com a Polícia Militar.

O ato começou em frente à Praça da Sé, marco zero da capital e passou pela Secretaria de Segurança Pública, na Rua Libero Badaró, onde gritaram palavras de ordem contra Marzagão. Depois, os manifestantes seguiram até a porta do Teatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, encerrando o protesto na Delegacia Geral de Polícia, na rua Brigadeiro Tobias.

Reivindicações

Os policiais em greve querem que o governo Serra mude os projetos de lei que prevêem o reajuste da categoria. Eles reivindicam reajuste de 15% neste ano e mais 12% nos dois anos seguintes, além da extinção da 4ª e 5ª classe, entre outras medidas. Já o principal texto dos projetos de lei do governo prevê reajuste de apenas 6,5% no salário-base a partir de 1º de janeiro do próximo ano e mais 6,5% a partir de janeiro de 2010.

Na semana passada, depois de acenarem com o fim da greve, as entidades de classe — incluindo a Adpesp — mantiveram o movimento. O que mudou o cenário, 24 horas depois da reunião com o delegado-geral, Maurício Lemos Freire, foi, segundo as entidades, uma leitura atenta dos três projetos enviados à Assembléia Legislativa. "Quem tiver promoção ganhará um bom aumento, mas a maioria terá pouco e haverá ainda os que vão ganhar menos", diz André Dahmer.

Ele cita os agentes que ganham vale-refeição. Com o aumento de 6,5% prometido pelo governo no salário-base, receberiam R$ 60 a mais. Com isso, o salário deles ultrapassaria o teto estabelecido para o pagamento do benefício. "O governo dá R$ 60 e retira R$ 90. No fim, ele vai ganhar menos R$ 30. Assim não dá."

Os delegados disseram que os projetos reservam surpresas, como o fim da fiscalização exercida pela Ordem dos Advogados do Brasil nos concursos para delegado. "A questão não é só financeira, mas de dignidade. Retirar a OAB é abrir caminho para ingerências estranhas no concurso”, acrescenta Dahmer. “Ninguém havia pedido isso. Por que o governo fez? Faltou diálogo.”

Tensão

A greve da Polícia Civil se acirrou no penúltimo ato grevista, há duas semanas, quando manifestantes entraram em confronto com policiais militares no Morumbi. Foi o maior confronto da história das duas polícias. A PM tinha ordens de impedir, a qualquer custo, a chegada dos grevistas aos portões do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Só em São Paulo, a categoria em greve reúne cerca de 35 mil trabalhadores e não recebe aumento desde a chegada do PSDB ao poder, em 1995. De acordo com a Adpesp, uma nova manifestação já está marcada para a próxima quarta-feira (29) e deve envolver policiais civis de outros estados. Em todo o país, a categoria deve fazer uma paralisação de duas horas em apoio ao movimento.

“É um equívoco quando o governador diz que é um ato político. As eleições já passaram e muitos dos policiais presentes aqui são de cidades onde não houve segundo turno. Nossa luta é por dignidade, respeito e não partidária”, disse o presidente do Sindicato dos Investigadores de São Paulo, João Rebouças Neto.

CE aprova freqüência mínima de 75% no ensino superior

Fonte: Agência Senado

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) acaba de aprovar, em decisão terminativa, proposta que determina freqüência mínina de 75% para os alunos das instituições de ensino superior. O projeto original (PLS 387/07), de autoria do ex-senador Wilson Matos, previa freqüência mínima de 85%, mas emenda acolhida pelo relator, senador Romeu Tuma (PTB-SP), alterou a redação para adequar o texto à Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que já prevê 75% de freqüência na educação básica.
Pela proposta, o controle da freqüência dos alunos ficará a cargo da instituição de ensino superior.