Presidente diz que tratará das ações contra a construtora brasileira após referendo que o país realiza domingo
Tânia Monteiro e Nalu Fernandes, de O Estado de S.Paulo
NOVA YORK - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratou na quarta-feira, 24, como uma jogada política eleitoral a decisão de seu colega do Equador, Rafael Correa, de suspender as operações da construtora Odebrecht no país e de ordenar a ocupação militar de suas instalações. Mesmo insistindo que "ainda não está preocupado" com a ameaça de o Equador dar um calote de US$ 243 milhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financiador das obras da empresa, Lula disse que aguarda um telefonema de Correa para conversarem como "dirigentes civilizados".
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